Somos compostos de várias faces, facetas, personalidades, sejam elas escondidas ou apenas camufladas. Quem não gosta de falar com o íntimo ou simplesmente delirar no fim da noite, protegido e bem armado de cobertores e travesseiros. A certeza de olhar para a parede branca e querer transformá-la em azul, fechar os olhos e perceber que você pode voar, sem preocupações alheias, sem sentir dor das quedas sofridas no dia ou apenas conseguir em um único momento onde não a como tremer da turbulência chamada vida.
“O tempo vai passar e tudo vai entrar no jeito certo de nós dois” – já dizia Marisa Monte – e tenho certa desconfiança da verdade desta frase. O que vira dirá e não temos tempo a perder com faces, facetas, personalidades, sejam elas escondidas ou apenas camufladas. Temos tempo sim para curtir, ser feliz, dar aquele abraço nos nossos pais e ver que a vida tem, mas a oferecer do que um simples vento que vira ali à esquerda.
Não pense, que tudo que escrevo são coisas sem nexos, ficaria bastante chateado – mentira não ficaria – para ser sincero, meu santo remédio é escrever nessas linhas tortas o amor que sinto longe de você ou do amor que eu sentiria perto de você, ao pensar o que passou calou ou apenas acabou, não fará de mim feliz de novo, eu só tenho a dizer que não se preocupe, no cardápio haverá mil e umas personalidades, sejam elas escondidas ou camufladas para você escolher. Podemos reiniciar, o que não podemos é inventar, nesse jogo não cabem loucuras ou insanidades e sim a percepção do correto ou do caminho certo. São tantos “ou” que eu fico até perdido em dizer.
Temos situações que nos remetem a utilizar a velha “carta na manga”, aquela ironiazinha, sarcasmo venenoso mais imperceptível aos olhos de quem falta à habilidade de captá-lo. É uma guerra isso ninguém tem dúvidas, a certeza da necessidade de vencê-la é simples e direta, seja na questão que for, simplesmente a obrigação nos conduz a essa luz no fim do túnel.
Temos um infinito, um leque de opções para se servir a cada dia e temos que ter o poder de saber escolher o melhor ou dependendo da situação o mais cômodo. Nada como o mais cômodo não é verdade? Vivi pouco mais o suficiente para dizer que a escolha pelo comodismo é um porto-seguro sim mais um atestado de falta de coragem, um atestado de fraqueza, um atestado de que no futuro quando estivermos com os netos e eles perguntarem sobre sua vida, você dirá que está com Alzheimer ou simplesmente não dirá nada, faça tudo que gostariam de fazer, pois a vida é curta e somente se arrependa do que você não fez ou deixou de fazer pelo comodismo maldito, da segurança, nunca se arrependa do que já está consumado.
Somos compostos de várias faces, facetas, personalidades, sejam elas escondidas ou apenas camufladas. Mais temos que saber lidar com elas, caso contrário elas irão te afundar aos pouquinhos sem qualquer piedade e não vai adiantar querer pintar o teto de azul, pois ela já estará cinza e bem manchado e não valerá mais a pena mudá-lo de cor. Ser feliz sim, correr atrás de tudo perdido também, o que não pode é escolher o cardápio errado.
“O tempo vai passar e tudo vai entrar no jeito certo de nós dois” – já dizia Marisa Monte – e tenho certa desconfiança da verdade desta frase. O que vira dirá e não temos tempo a perder com faces, facetas, personalidades, sejam elas escondidas ou apenas camufladas. Temos tempo sim para curtir, ser feliz, dar aquele abraço nos nossos pais e ver que a vida tem, mas a oferecer do que um simples vento que vira ali à esquerda.
Não pense, que tudo que escrevo são coisas sem nexos, ficaria bastante chateado – mentira não ficaria – para ser sincero, meu santo remédio é escrever nessas linhas tortas o amor que sinto longe de você ou do amor que eu sentiria perto de você, ao pensar o que passou calou ou apenas acabou, não fará de mim feliz de novo, eu só tenho a dizer que não se preocupe, no cardápio haverá mil e umas personalidades, sejam elas escondidas ou camufladas para você escolher. Podemos reiniciar, o que não podemos é inventar, nesse jogo não cabem loucuras ou insanidades e sim a percepção do correto ou do caminho certo. São tantos “ou” que eu fico até perdido em dizer.
Temos situações que nos remetem a utilizar a velha “carta na manga”, aquela ironiazinha, sarcasmo venenoso mais imperceptível aos olhos de quem falta à habilidade de captá-lo. É uma guerra isso ninguém tem dúvidas, a certeza da necessidade de vencê-la é simples e direta, seja na questão que for, simplesmente a obrigação nos conduz a essa luz no fim do túnel.
Temos um infinito, um leque de opções para se servir a cada dia e temos que ter o poder de saber escolher o melhor ou dependendo da situação o mais cômodo. Nada como o mais cômodo não é verdade? Vivi pouco mais o suficiente para dizer que a escolha pelo comodismo é um porto-seguro sim mais um atestado de falta de coragem, um atestado de fraqueza, um atestado de que no futuro quando estivermos com os netos e eles perguntarem sobre sua vida, você dirá que está com Alzheimer ou simplesmente não dirá nada, faça tudo que gostariam de fazer, pois a vida é curta e somente se arrependa do que você não fez ou deixou de fazer pelo comodismo maldito, da segurança, nunca se arrependa do que já está consumado.
Somos compostos de várias faces, facetas, personalidades, sejam elas escondidas ou apenas camufladas. Mais temos que saber lidar com elas, caso contrário elas irão te afundar aos pouquinhos sem qualquer piedade e não vai adiantar querer pintar o teto de azul, pois ela já estará cinza e bem manchado e não valerá mais a pena mudá-lo de cor. Ser feliz sim, correr atrás de tudo perdido também, o que não pode é escolher o cardápio errado.
*-* gooostei! beijos amor.
ResponderExcluirque profundo. ;(
ResponderExcluireiuhyegye
x*
HUAHUAHUAHUAUH! eh melhor q me bloqueie mesmo! ;)
ResponderExcluirate pq vc so sabe terminar as coisas assim.... apelando!
Estou sem palavras. Tá ótimo *-*-*
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